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Os Estados Unidos registraram, em junho, a maior taxa de desemprego dos últimos 26 anos: 9,5% da população ativa.
Na zona do euro – que engloba 14 países europeus – o desemprego cresceu pelo 11º mês seguido. A Espanha é que mais sofre, tem 18,7% de desempregados.
Em meio à crise econômica internacional considerada a mais grave desde 1929, o Brasil reage. E muito bem. Em maio, aumentou o número de empregos no País. Foi o quarto mês seguido de resultado positivo após o pico da crise global, em setembro de 2008. Foram criadas 131.557 novas vagas de trabalho.
Cresceu também pelo quinto mês consecutivo, a produção industrial brasileira.
